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Casos Bizarros

Arnold Schoenberg

Arnold Schoenberg era um compositor austríaco que viveu entre 1874 e 1951. Arnold era fascinado pela numerologia. Este fascínio o perseguiu por toda sua vida, pois ele pensava que poderia saber o futuro através de complexos calculos numéricos. E estes calculos o levaram a uma certa obsessão “zagállica” pelo numero 13. Arnold tinha nascido em 13 de setembro de 1874 e por conta disso, era perseguido pela idéia constante de que o numero 13 estaria diretamente ligadoà sua morte.Como os numeros sete e seis somam 13, Arnold Schoenberg resolveu acreditar que ele iria morrer quando fizesse 76 anos de idade. Ao verificar o calendário, Arnold viu horrorizado que o dia 13 de julho cairia numa sexta-feira.
Quando aquele fatídico dia chegou, Arnold tentou ludibriar a morte, permanecendo deitado durante todo o dia, para desespero de sua mulher, que não aceitava aquelas “maluquices”. Arnold dizia para todos que estava decidido a passar o dia inteiro na cama, de modo a evitar eventuais acidentes. Poucos minutos antes da meia noite, sua esposa foi ao quarto dele para dar uma “zoada” no velho, pois nada de ruim havia acontecido. Ao chegar no quarto, ela encontrou Schoenberg deitado. Ele olhou para a esposa e pronunciou apenas “harmonia” e então morreu.
A hora de sua morte foi 23:47, 13 minutos antes da meia-noite, numa sexta-feira 13, no seu septuagésimo sexto ano de vida.
O mapa de Piri Reis

O mapa - que todos os testes provavam ser autêntico, antes que você me pergunte - foi produzido no século XVI (1513, pra ser mais exata) pelo famoso almirante Piri Reis, da corte turca. O cara, que aparentemente era também cartógrafos nas horas vagas, traçou o mapa baseado em diversas coletâneas geográficas que, supõem os historiadores, ele teria achado na lendária Biblioteca de Alexandria.
A admissão de que o mapa se trata de um apanhado de outros planilhas cartográficas foi feita pelo próprioPiri Reis, em anotações encontradas com o mapa. O problema é, que outras “coletâneas” seriam essas, que aparentemente ninguém mais na época chegou a ver…? Por que elas não eram usadas como a cartografia oficial do mundo da época?
O mapa mostra com clareza e precisão o litoral oeste da África, o norte europeu, a costa Leste (e o interior) do Brasil - algo que nem os portugueses conheciam em 1513 -, e até mesmo algo que não existia pra humanidade naquela época - a Antártica.
O mais impressionante é o fato de que ele mostra a costa antártica SEM a camada de 1km de gelo que a cobre. A última vez que o pólo sul não esteve coberto de gelo foi há 6 mil anos, na última precessão axial do nosso planeta. Só após a expedição britânica-suíça de 1949 foi possível descobrir os contornos exatos da Antártica.
Como diabos Piri Reis (ou o criador do mapa que ele copiou) sabia disso?
Em 1953 a marinha turca enviou o mapa pro Departamento Naval Americano de Hidrografia. O diretor do departamento requisitou o auxílio de Arlington Mallery, um especialista em cartografia antiga.
Pra avaliar a precisão do mapa, Mallery transferiu a geometria do mapa pra um globo, usando o método de projeção que ele concluiu ter sido usado por Piri Reis. Com muita surpresa, Mallery descobriu que o mapa era perfeitamente preciso. Ele declarou que a única maneira de obter esse tipo de precisão é através de aerial surveying.
Em 1960 o professor Charles Hapgood, da Keene College, escreveu à United States Air Force pedindo uma avaliação do mapa de Piri Reis - em especial, ele queria saber o que a USAF achava da cartografia antártica ilustrada no mapa. A resposta do coronel Harold Ohmeyer foi que o mapa é realmente bastante apurado, e que não há como compreender onde esse mapa se encaixa no suposto conhecimento geográfico do século XVI. De maneira simples, o mapa simplesmente não poderia ter sido feito em 1513. O mundo conforme ilustrado pelo mapa de Piri Reis ainda não existia.
Piri Reis não era o único turco com fontes secretas, aparentemente. Em 1559, um sujeito chamado Hadji Ahmed fez um mapa que mostra o estreito de Bering, a faixa de terra que liga o Alasca à Sibéria.
O problema é que essa faixa está submersa há milhões de anos.
Quem estava fornecendo esses dados?

O misterioso caso de Taman Shud

Em 1948, no primeiro dia de Dezembro, às seis e meia da manhã, um homem “fantasma” é encontrado morto em uma praia australiana – Somerton – fantasma porque até hoje ninguém conseguiu descobrir quem era o homem, ou seus antecedentes, ou até mesmo o modo como ele havia morrido. O caso morreria depois de algum tempo se não fosse por uma nota deixada pelo falecido e que estava toda decodificada. E que ainda está.

Um patologista da época classificou o homem como britânico e deu a ele de 40 a 45 anos de vida, identificou também todas as outras características físicas, mas algo intrigou a todos: por que alguém iria à praia de roupa social (camisa, gravata, calça sapatos…)? Isso levantou a hipótese de suicídio, mas teria sido mesmo?

O misterioso caso de Taman Shud

Em 1948, no primeiro dia de Dezembro, às seis e meia da manhã, um homem “fantasma” é encontrado morto em uma praia australiana – Somerton – fantasma porque até hoje ninguém conseguiu descobrir quem era o homem, ou seus antecedentes, ou até mesmo o modo como ele havia morrido. O caso morreria depois de algum tempo se não fosse por uma nota deixada pelo falecido e que estava toda decodificada. E que ainda está.

Um patologista da época classificou o homem como britânico e deu a ele de 40 a 45 anos de vida, identificou também todas as outras características físicas, mas algo intrigou a todos: por que alguém iria à praia de roupa social (camisa, gravata, calça sapatos…)? Isso levantou a hipótese de suicídio, mas teria sido mesmo?


                                               


Quando foi encontrado, o corpo estava com o braço direito dobrado e o outro esticado, além disso, foram encontradas duas passagens – uma de trem e outra de ônibus – um cigarro atrás da orelha, outro usado e perto de seu rosto, além de um maço de cigarros, um pente, uma caixa de chiclete e uma de fósforos.

Segundo testemunhas, o homem estava rondando a praia desde as oito horas da noite anterior, e, por não se incomodar com nada que estava ocorrendo ao seu redor, as testemunhas pensaram que ele estivesse bêbado ou dormindo. Mas no dia seguinte a polícia encontrou o corpo do homem descrito na mesma posição, mas sem saber se era o mesmo. Uma autópsia então foi feita e descobriram que a morte ocorreu por volta das duas da manhã.

Seus órgãos estavam alterados, o baço estava três vezes maior e rins e estômago estavam congestionados, além de outras coisas, o que levou à conclusão de que não era uma morte natural, mas especialistas garantiram que não havia sido um envenenamento, pois não foi detectado nenhum veneno conhecido e identificável. Depois de tudo isso, o caso percorreu o mundo, mas ninguém reconheceu o indivíduo.

Foi então que foi descoberto um bolso escondido da calça que continha uma página arrancada com o escrito “Taman Shud” – acabou, em persa – e que pertencia a um livro de poemas de Omar Khayyam chamado The Rubaiyat. Atrás da página, havia cinco linhas de anotações, sendo que a segunda estava riscada, o que levou muitos a acreditarem que era um código.

                                               
O livro ao qual pertencia a página foi encontrado em um carro próximo à praia, mas sem nenhum sinal de arrombamento, pelo contrário, o carro estava destrancado e pertencia a um poeta local e que não sabia de nada que estava ocorrendo. No livro, havia o telefone de uma enfermeira que disse ter dado o mesmo livro a um tenente do exército, Alfred Boxall. Após alguns anos de ela ter lhe dado o livro, Boxall pediu a enfermeira em casamento, mas ela já havia se casado.

A polícia, então, pensou ser Boxall o homem encontrado na praia, mas o tenente foi encontrado vivo com o sua cópia do livro e com a última página com o escrito Taman Shud.

Outro fato intrigante é que nenhum dos dois sabia quem era o falecido que foi enterrado em um cemitério com a seguinte lápide: “Aqui jaz o homem desconhecido que foi encontrado na praia de Somerton no dia primeiro de Dezembro de 1948”.


Pequim (China) - Alunos de uma escola na província de Phu Yen, no Vietnã, começaram a apresentar casos de desmaio em massa depois de afirmarem que um banheiro localizado em seu dormitório é assombrado e relatarem que o lugar é habitado por fantasmas. Phan Van Tho, diretor da escola Son Hoa, confirmou que um grande número de alunos em situação de internato já desmaiaram ou gritaram durante a noite durante o mês passado.

Durante os desmaios, segundo o diretor, os alunos também dizem coisas ininteligíveis.





Um dos acasos aconteceu com o estudante K Pa Ho Luon. Uma noite no início de novembro, depois de voltar para seu quarto, Luon caiu no chão, falando coisas sem sentido, além de se debater, e em seguida desmaiou.

Depois de ser internado no Hospital Geral da província, o estudante disse a todos que ele havia visto um fantasma no banheiro. Muitos outros estudantes apresentaram o mesmo quadro. Em apenas uma noite, 12 estudantes caíram inconscientes ao mesmo tempo.

Tal situação tem causado um clima de medo entre os alunos e muitos não ousaram permanecer no dormitório, preferindo se alojar fora da escola. Muitos estudantes têm sido tão assombrado pelos "fantasmas" que não se atrevem a dormir sozinhos ou ir ao banheiro depois de escurecer.

Todos os alunos que desmaiaram foram levados para o hospital para tratamento de emergência, disse o diretor da escola.

A direção da escola tem realizado reuniões com os pais e alunos para que todos mantenham a calma, enquanto se aguarda uma investigação pelos órgãos competentes.















Agora vai lá

Maria do Carmo: A Santa Profana Gaucha


É muito fácil encontrar contos ou histórias de terror na europa, mas, às vezes, esquecemos que muitas lendas estão bem perto de nós, aqui mesmo, em terras brasileiras. É a história que resolvi trazer para o blog, de uma mulher chamada "Maria do Carmo", vítima de um assassinato brutal, e parte da história da minha cidade natal.


No episódio da Guerra do Paraguai, a cidade de São Borja, fronteira oeste do Rio Grande do Sul foi saqueada e desabitada. Desta forma, muitas pessoas de outras cidades, foram trazidas para repovoar a cidade. Uma dessas pessoas era a jovem Maria do Carmo Fagundes, natural de Bagé.

Maria do Carmo era uma moça de porte médio, morena, de cabelos longos, vaidosa, que gostava muito de ir à festas, beber e fumar. Não era uma mulher como as demais de sua época. Chamava a atenção dos homens por sua beleza e estava sempre acompanhada de um amante diferente, geralmente militares. Por isso, era chamada de "prostituta", mesmo sem nunca ter vendido o próprio corpo.

Em agosto de 1890, Maria do Carmo se maquia, perfuma e vai deslumbrante para a última festa de sua vida. Era uma festa como qualquer outra que ela estava acostumada a frequentar. Lá, encontrou com vários admiradores e ex-amantes. Um, em especial, ainda estava cego de paixão por ela, mas quando a procurou, foi rejeitado. Maria do Carmo passou a noite bebendo, fumando, conversando e rindo com amigos. Não eram hábitos "bem vistos" na época, mas era o que ela gostava de fazer. A história salienta que ela era uma mulher livre e independente.

Há uma certa hora, o ex-amante que fora rejeitado mais cedo, resolve chamá-la para conversar. Maria do Carmo atende ao pedido dele, sem saber o o fim que a esperava. Dali há alguns minutos, aconteceria o crime que chocou a sociedade local, e transformaria aquela mulher em uma lenda.

Maria do Carmo foi esfaqueada até a morte. Não contente, o assassino esquartejou a vítima, e para finalizar o ato, decepou sua cabeça e a entregou como comida para cachorros. Seus restos mortais foram encontrados na área dos fundos do 2º R C MEC (quartel militar), por rapazes que moravam por perto, e enterrados próximo ao lugar onde os encontraram, junto de uma estacada em cruz rústica com o nome dela.

Apesar de sua "má reputação", Maria do Carmo era conhecida como uma mulher de bom coração, que ajudava as pessoas à sua volta. Este teria sido o principal motivo de seu assassinato ter gerado tamanha revolta pela população local, e feito com que muitas pessoas, na maioria mulheres, visitassem o local onde seus restos mortais foram enterrados. Com o aumento da devoção, nos anos 40 foi inaugurado um túmulo de alvenaria para ela.


O túmulo de Maria do Carmo é, hoje, um dos pontos turísticos da cidade de São Borja. Muitos devotos visitam o lugar para pedir bênçãos e deixar oferendas, geralmente coisas que ela gostava muito enquanto viva, como bebidas, cigarros, batons, fitas e laços. A crença nos milagres alcançados por Maria do Carmo se popularizou e hoje, passou a ser conhecida como "Santa Prostituta" ou "Santa Profana". O túmulo recebe visitas até mesmo da Argentina, pois são encontrados no local, bilhetes de agradecimento em espanhol. É visitado principalmente por mulheres, que vão interceder por casamento, amantes, namorados e até pedem proteção a seus filhos. Será que ela realiza mesmo milagres?


Seu túmulo também foi palco de dois casos de suicídio até hoje sem explicação. O primeiro, de uma mulher que ateou fogo no próprio corpo e o segundo, de um homem que tomou veneno. Quais teriam sido seus motivos? Por que escolheram o túmulo de Maria do Carmo para acabar com suas próprias vidas?


Entre relatos populares, há aqueles que dizem que o túmulo é um lugar amaldiçoado. As pessoas temem visitar aquela área à noite, e muitos homens que passaram pelo local afirmam escutar uma voz feminina chamando por eles, outros dizem escutar risos e barulho de garrafas. Houve até o caso de um militar que, passando pelo local, avistou uma moça atraente, aparentemente suja e machucada, mas ao se aproximar, a figura desaparecer diante de seus olhos. O que há de tão misterioso nesse local?

Para finalizar, um vídeo que encontrei sobre a história de Maria do Carmo, feito por estudantes de jornalismo da UNIPAMPA (sede São Borja):                                                                                                                                                                                                                                                                        




O Caso de Parker-Hulmer, Quando o Amor Vira Obsessão


O caso Parker-Hulme foi um assassinato ocorrido em Christchurch, Nova Zelândia, em 1954. O caso teve notoriedade quando uma mulher foi assassinada por sua filha mais velha e sua melhor amiga. O assassinato deu origem ao filme de 1994, “Almas Gêmeas”, que foi o filme que introduziu Kate Winslet no cinema.



Juliet Hulme, de 15 anos, conheceu, na Nova Zelândia, uma colega de escola, Pauline Parker, de 16 anos. Ambas se tornaram boas amigas e sonhavam com uma vida juntas, cheia de fantasia, atores famosos (como James Mason e Orson Welles). Também se soube que tiveram uma espécie de relação lésbica.

Com o passar dos tempos, a intensa relação de amizade que surgiu entre elas vai chegando aos limites do amor obsessivo. Juliet não era nada sem sua Pauline, e Pauline não poderia viver sem sua Juliet. Passam os verões juntas, os invernos e todas as horas do dia uma com a outra. Descobriram que tinham uma imaginação incrível e a utilizaram para criar milhares de histórias.

Pauline (esquerda) e Juliet (direita)
O que elas não sabiam, era que aquela maravilhosa história de amor, acabaria da pior maneira possível. Pauline escrevia um diário, onde expressou todos os seus sonhos e sua rotina diária. Ali haviam histórias, inclusive, de relações sexuais entre ela e Juliet. Ela contava absolutamente tudo ao seu diário, e isso foi o que a delatou. Nos anos 50, na Nova Zelândia e na maioria dos países, a homossexualidade era considerada uma doença mental. Pauline foi diagnosticada de “lesbianismo” pelo médico Kenneth Stallworthy, que procurou a mãe de Juliet. Henry Hulme estava muito preocupado com a relação das duas meninas, porque não via como natural, ou normal. A culpa, é claro, foi colocada em Pauline.


Pouco depois, a ameaça de serem separadas para sempre assombra as garotas, que decidem ir juntas para os Estados Unidos, vender as obras de teatro que escreveram juntas. Contudo, por causa da instabilidade do casamento dos Hulme, a separação se torna evidente e Juliet se vê obrigada a ir à África com sua tia. Pauline decide ir com ela, mas o plano é frustrado quando sua mãe se recusa a permitir que a filha viaje com a amiga. Nesse momento, Pauline percebe que o único obstáculo entre ela e Juliet é Honora Parker, sua mãe.

E, por isso, decidiu matá-la.

No dia 22 de junho de 1954, Honora foi encontrada perto do Parque Victoria, com o crânio destroçado por golpes.


As autoridades encontraram o cadáver e pouco depois, Pauline Parker e Juliet Hulme foram indicadas como as autoras do crime. A prova: os diários de Pauline. Ela havia planejado tudo. Sabiam o que tinham que fazer, e como iam fazer. Juliet lhe ajudaria em tudo.


Em 22 de junho de 1954, as garotas conduziram Honora Parker a um passeio, a pé, pelo parque Victoria, na cidade de Christchurch, onde moravam até então. Em um lugar solitário do parque, Juliet jogou uma pedra de ornamento no chão, fazendo com que Sra. Parker se agachasse para pegá-la. Nesse momento, Pauline havia planejado golpear sua mãe com metade de um tijolo envolto em uma meia. As garotas achavam que isso seria o suficiente para matá-la, entretanto, foram necessários 45 golpes de ambas para finalmente matar Honora Parker. A brutalidade do crime contribuiu para sua notoriedade.


Pauline e Juliet foram levadas a juízo em Christchurch em 1954, e foram declaradas culpadas em 29 de agosto do mesmo ano. Como eram muito jovens para ser submetidas à pena de morte segundo a lei neozelandesa daquela época, foram sentenciadas e condenadas a permanecer presas na graça de Sua Majestade. Na prática, essa sentença significava que permaneceriam presas a critério do Ministro da Justiça. Foram libertadas, separadamente, uns 5 anos depois. Uma das condições para sua libertação foi que jamais voltariam a se ver ou comunicar.

Juliet Hulme logo após a libertação, mudou seu nome para “Anne Perry”, usando o sobrenome de seu padrasto. Voltou para a Inglaterra, para morar com sua mãe, no povoado escocês de Portmahomack. Se tornou uma famosa escritora de livros sobre assassinatos, histórias de detetives e mistérios. Nunca se casou, nem teve filhos.
Anne Perry
Pauline Parker, também após ser libertada, mudou seu nome. Se chamaria “Hilary Nathan”. Depois de passar um tempo vivendo na Nova Zelândia, ante a vigilância das autoridades, se mudou para a Inglaterra. Ingressou em um convento católico e se converteu. Atualmente, também reside na Inglaterra, nas ilhas Órcades. Não se casou, nem teve filhos. Se negou a falar com a imprensa sobre o assassinato de sua mãe, e apenas disse ter remorso e estar arrependida.

Hilary Nathan
Acredita-se que nenhuma delas jamais voltou a se encontrar.

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